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segunda-feira, 11 de julho de 2011

A cabeça bem feita



Caros Amigos,


Por diversos motivos tive que ler esse livro do Edgar Morin, "A cabeça bem feita". Confesso que li apenas os primeiros capitulos. Como se trata de um livro bem interessante para a área educacional me proponho a concluí-lo e compartilhar com vocês algumas impressões ele.

Ele começa o livro atentando para o seguinte paradoxo: vivemos em um mundo complexo, hiperconectado, glogalizado, hoslistico e temos uma realidade educacional hiperespecializada, fragmentada . Segundo MORIN , 2003

O desafio da globalidade é o desafio da complexidade.
Existe complexidade,de fato, quando os componentes constituem

o todo ( como o econômico, o político, o sociológico, o
psicológicoo afetivo, o mitológico) são inseparáveis e existe um
tecidointerdependente, interativo e inter-retroativo entre as partes e
o todo, o todo e as partes. Ora, os desenvolvimentos próprios do
nosso século e de nossa era planetária nos confrontam, inevitavelmente
e com mais e mais frequência com os desafios da complexidade.

Uma ação educativa que fragmenta o complexo do mundo em pedaços separados, atrofia as possibilidades de reflexão e visão a longo prazo....

EM CONSTRUÇÃO!


terça-feira, 28 de junho de 2011

A Morte Devagar


Caríssimos,

Texto belíssimo da escritora Martha Medeiros sobre a VIDA... Devíamos prestar mais atenção nela e tratarmos de cuidar da nossa FELICIDADE... A nossa vida, nossa saúde, nossos amores, são um presente que devemos celebrar sempre. Um abraço!

Maíra Nobre

A Morte Devagar
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.



Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 1961. Formada em Publicidade. Escreveu livros de poesias e de crônicas, seu mais recente lançamento é o livro de ficção: Divã. Martha é cronista do jornal Zero Hora.


Extraído de:

http://www.tvcultura.com.br/provocacoes/poesia.asp?poesiaid=11

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Confaternizção Turma de Relações Interpessoais e Ética. Turma da manhã











Caros Alunos,

No dia 11 de junho realizamos nossa confaternização de término da disciplina de Relações Interpessoais e ética do IFCE, Campus Avançado Aracati. Aproveitamos a oportunidade para fazer a avaliação da disciplina, da professora, assim como a auto-avaliação de cada auluno. Gostaria de dizer que tudo que foi exposto foi muito construtivo. Deixo o espaço abaixo para que cada um registe o que ocorreu de positivo, na disciplina, o que poderia melhorar e sua auto-avaliação, se dando a nota e justificando-a.

Confraternização Relações Interpessoais e Ética. Turma da Tarde


Caros Alunos,


No dia 11 de junho realizamos nossa confaternização de término da disciplina de Relações Interpessoais e ética do IFCE, Campus Avançado Aracati. Aproveitamos a oportunidade para fazer a avaliação da disciplina, da professora, assim como a auto-avaliação de cada auluno. Gostaria de dizer que tudo que foi exposto foi muito construtivo. Deixo o espaço abaixo para que cada um registe o que ocorreu de positivo, na disciplina, o que poderia melhorar e sua auto-avaliação, se dando a nota e justificando-a.


Foi um imenso prazer ser professora de vocês!


Um abraço!


Maíra Nobre


Professora da disciplina Relações Interpessoais e Ética. IFCE

Pedagoga-IFCE




sexta-feira, 6 de maio de 2011







Queridos alunos,

De acordo com o vídeo do consultor corporativo Waldez Ludwig e com as leituras e debates em sala de aula discorra sobre os seguintes conceitos:

MERCADO:
EMPREGADO/COLABORADOR:
EMPRESA/EMPREGADOR:

Um abraço!

Maíra Nobre

Professora da disciplina Relações Interpessoais e Ética.
IFCE- Campus Avançado Aracati

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vídeos Piaget

Caros alunos,

Muito Interessante essa sequência de vídeos com Yves De La Taille.

http://www.youtube.com/watch?v=8UYz8cTBfgg (PARTE 01)

http://www.youtube.com/watch?v=TxtcBXOz8ZU (PARTE 02)

http://www.youtube.com/watch?v=h3EzpmEK6yU (PARTE 03)

http://www.youtube.com/watch?v=13qkS1TITbI (PARTE 04)

Espero que ajude,

Maíra Nobre